|
Divulgação
|
|
A história da Iris Massas mudou a partir do momento em que Roger e os dois sócios decidiram estudar o mercado, liderança, marketing e até um pouco sobre o produto
|
|
|
Roger Kayasima trabalhou durante quatro anos em fábricas no arquipélago. Como a maioria, ele era movido pelo sonho do próprio negócio. No início, errou, como muitos que retornaram ao Brasil.
“A gente não fala fracasso, a gente fala aprendizado. Aprendemos errando, não é verdade? Foi total falta de planejamento”, avalia o proprietário da Iris Massas em Mogi das Cruzes (SP).
A história mudou a partir do momento em que Roger e os dois sócios decidiram estudar o mercado, liderança, marketing e até um pouco sobre o produto.
“No começo mesmo não tínhamos noção nenhuma de comida, do que estávamos lidando. É mais o impacto inicial, o resto a gente vai se adaptando, procurando saber de outras formas”, conta William Kayasima.
O empreendimento de massas sobreviveu a crises e completou treze anos. Roger ficou responsável pelo marketing. O caçula William cuida do financeiro e a cunhada Regina, mulher do irmão mais velho, é responsável pela produção.
No início, todo mundo fazia um pouco de tudo. A distribuição de tarefas foi outra lição que aprenderam com o tempo.
Desde o retorno ao Brasil, tudo foi um intensivo aprendizado, principalmente para os homens que deixavam as fábricas.
“A gente passa uma vida toda no Brasil e um pequeno período no Japão, quatro anos, que foi o meu caso. Só que voltamos e precisamos aprender tudo novamente. É uma readaptação à vida social, ao convívio familiar, e principalmente, que é o caso da maioria dos dekasseguis, a dificuldade de voltar ao mercado de trabalho”, constata.
A fase da readaptação foi vencida. Agora, é pensar grande. A meta é ampliar localmente e investir em franquias.