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Agência Brasil
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Brasília - Os ministros Waldir Pires, da Defesa, e Dilma Rousseff, da Casa Civil da Presidência da República, durante entrevista coletiva em que anunciaram uma série de medidas para conter a crise no setor aéreo. Foto: Marcello Casal Jr./ABr
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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tem 60 dias para reavaliar o peso máximo das aeronaves que prestam serviço nas linhas comerciais brasileiras. A determinação foi dada pelo Conselho de Aviação Civil (Conac), em reunião no dia 20. Para o cálculo do peso adequado das aeronaves as companhias o diretor admite que as companhias deverão considerar a redução do número de passageiros, mesmo sem atingir a capacidade total de lugares do avião.
"Dependendo da restrição do peso, uma empresa com um avião com capacidade para 200 passageiros, por exemplo, só poderá vender 150 passagens", explica o brigadeiro Ramon Borges Cardoso, diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).
A medida também busca garantir que os aviões pousem com segurança em qualquer uma das duas pistas de Congonhas. "Cada aeronave tem uma determinada distância de parada. A redução do peso permitirá que, em qualquer circunstância, possa se utilizar a pista auxiliar de Congonhas, a menor". As pistas, informa o diretor do Decea, apresentam especificações que exigem limitações.