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Publicado em  19/07/2007 0:54

Hospitais se mobilizam para receber vítimas

Para combater o incêndio, foram destacados cerca de 140 bombeiros e 46 carros do Corpo de Bombeiros

Brasil , São Paulo - Agência Brasil

Agência Brasil
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São Paulo - Bombeiros tentam conter fogo no Hangar da TAM, onde ocorreu o acidente com o avião da companhia (vôo JJ3054). Aeronave explodiu após tentar pousar sem sucesso no aeroporto de Congonhas. Foto: Milton Mansilha/Agência LUZ/ABr

A prefeitura de São Paulo mobilizou quatro hospitais situados próximos ao aeroporto de Congonhas para atendimento a vítimas e possíveis sobreviventes do acidente aéreo do vôo 3054 da TAM, informou a assessoria de imprensa do prefeito Gilberto Kassab.

Para combater o incêndio, cerca de 140 bombeiros e 46 carros do Corpo de Bombeiros foram para o local. Todos os grupamentos dos bombeiros da capital e grande São Paulo estão envolvidos na operação, que conta ainda com o apoio do helicóptero Águia da Polícia Militar, acionado para levar equipes médicas para o local.

A Secretaria Estadual da Saúde encaminhou 20 médicos especializados em resgates em situações de emergência. Todos os hospitais da rede estadual da região estão a postos para o atendimento das vítimas.

Todas as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), bem como todas as equipes da Defesa Civil do município, também foram deslocadas para Congonhas, de acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura.

O Airbus 320, que transportava cerca de 170 passageiros e tripulantes, decolou de Porto Alegre às 17h16, com destino a Congonhas, sem escalas. Havia previsão de pousar às 18h50.

A TAM oferece uma linha telefônica gratuita para familiares dos passageiros e tripulantes: 0800-117-900. A linha faz parte do Programa de Assistência às Vítimas e Familiares da empresa.

Sobre a identificação dos passageiros, a companhia aérea afirmou que está trabalhando com o máximo de agilidade e cuidado. "À medida em que os nomes forem confirmados, notificaremos as famílias antes que qualquer informação se torne pública, como determina a legislação vigente", afirma nota oficial da TAM.

A pista em que ocorreu o acidente ainda estava em reformas durante a madrugada. A pista havia sido liberada em 29 de junho, pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Segundo nota da estatal, à época, a pista foi liberada porque a primeira fase da reforma estava concluída. A segunda parte, que estava sendo feita durante a madrugada, incluía a ranhura da pista, para melhorar o escoamento de água e aumentar a aderência dos pneus dos aviões, em dias de chuva.

A Infraero explicou, à época, que a complementação não pôde ser feita na primeira fase, porque são áreas que estavam em operação no dia-a-dia de funcionamento do aeroporto.


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