Tokyo


Publicado em  02/07/2011 1:18

Sindicato discute problemas trabalhistas em Ministério e cobra acordo previdenciário na Embaixada

Comitiva reclamou do não pagamento do subsídio financeiro pelos empregadores aos trabalhadores afetados pelo terremoto e pediu agilidade no acordo da previdência

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Oito representantes do JMIU estiveram no Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar Social e na Embaixada do Brasil em Tóquio

Oito representantes do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos, Maquinários e Informática do Japão (JMIU) estiveram no dia 29 de junho, no Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar Social e na Embaixada do Brasil em Tóquio. A comitiva apresentou aos representantes do governo japonês os problemas trabalhistas ocasionados pela influência do terremoto de 11 de março, e solicitou ao embaixador Marcos Bezerra Abbott Galvão para contatar o governo brasileiro e pedir agilidade na aprovação do acordo previdenciário entre Brasil e Japão.

Segundo o vice-presidente da comissão dos trabalhadores estrangeiros do JMIU, Fábio Nishimaki, na sede do Ministério, foram discutidos assuntos de interesse dos trabalhadores estrangeiros com foco nas medidas de ajuda que o governo japonês colocou em prática para apoiar os que foram afetados pelos efeitos do terremoto do dia 11 de março.

O grupo explicou que muitos brasileiros, principalmente os vivem na região de Aichi, Mie e Shizuoka foram afetados indiretamente pela queda ou paralisação da produção. “Mesmo o governo tendo disponibilizado ajuda financeira para compensar os dias parados determinados pelas fábricas, essa ajuda deve ser solicitada pelo empregador. No entanto, muitos empregadores não solicitam o subsídio financeiro pelo fato de estarem em situação irregular, devendo, sonegando impostos ou, às vezes, usando mão-de-obra sem ter licença nem qualificação para isto”, observou.

Como vários trabalhadores acabaram sem receber o pagamento, o sindicato solicitou medidas de amparo e mais rigor na punição das empresas que não inscrevem seus funcionários no shakai hoken e no seguro desemprego.

Na Embaixada do Brasil em Tóquio, a comitiva foi recebida pelo embaixador Marcos Bezerra Abbott Galvão e pela primeira secretária do Setor de Comunidade, Patrícia Cortes. Os sindicalistas fizeram um resumo das condições atuais de trabalho dos brasileiros e pediram apoio do embaixador para agilizar a aprovação do acordo previdenciário entre Brasil e Japão.

O convênio foi assinado no ano passado, mas precisava ser aprovado pelo parlamento japonês e pelo congresso nacional brasileiro. “Temos informações seguras de que agora só está faltando a aprovação por parte do governo brasileiro, porque o acordo já foi aprovado pelo governo japonês”, disse Nishimaki.

A comitiva do JMIU que participou das reuniões em Tóquio foi formada pelo vice-presidente Zengoro Yamamoto, secretário geral Riyoichi Miki, diretor da sucursal de Nagano Shinichi Saikiyo, diretores da sucursal de Aichi Hidetomu Hirata, Fumio Ogura e Fábio Nishimaki, presidente da comissão sindical Tarui Bunkai Cesário Haranaka e o membro da comissão sindical SS Bunkai Kiyoshi Ochi.


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COMENTÁRIOS
pitecantropuss (Domingo, 3 de Julho de 2011, 5:52:16) x 125
Está dependendo do governo da banânia? Então pode esquecer, a quadrilha do apedeuta está muito atarefado para superfaturar nas obras da Copa e da Olimpíada do rio(letra minúiscula mesmo). (Des)governo não tem nenhum interesse nos assuntos que não rende votos.
Como brasileiros são povo caloroso, contenta com qualquer coisa.
pitecantropuss (Domingo, 3 de Julho de 2011, 5:51:07) x 125
Está dependendo do governo da banânia? Então pode esquecer, a quadrilha do apedeuta está muito atarefado para superfaturar nas obras da Copa e da Olimpíada do rio(letra minúiscula mesmo). (Des)governo não tem nenhum interesse nos assuntos que não rende votos.
Como brasileiros são povo caloroso, contenta com qualquer coisa.

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