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Reuters
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Policiais investigam área próxima ao apartamento onde foi encontrado o corpo sem cabeça em Aizu Wakamatsu
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"Matei minha mãe". Com essas palavras, o estudante de 17 anos de idade se apresentou na Polícia de Aizu Wakamatsu (Fukushima) na manhã do dia 15. Da bolsa tirou a cabeça dela. "Podia ser qualquer um", disse o menor durante o interrogatório, segundo informou o jornal Mainichi.
O estudante vivia separado da mãe e freqüentemente faltava às aulas. No dia em que se apresentou à polícia era o aniversário de 47 anos da mãe.
A FAMÍLIA
Em entrevista ao Mainichi, professores do Fukushima Kenritsu Kookoo disseram que o menor era instável emocionalmente.
A família do estudante - avós, pais e um irmão mais novo - vive na cidade de Kaneyama (Fukushima) a uma hora de carro de Aizu Wakamatsu. O menor mudou-se para um apartamento em Aizu Wakamatsu junto com o segundo irmão a fim de estudar na escola da província. O pai é funcionário de um grupo e a mãe trabalhava como professora em creche.
A mãe visitava freqüentemente o apartamento em Aizu Wakamatsu para fazer a limpeza e lavar as roupas dos filhos.
O apartamento onde vivia o estudante está localizado em um bairro residencial afastado do centro. O corpo decapitado da mãe foi encontrado estendido sobre a coberta.
O colégio onde o menor estuda é conhecido por conseguir aprovar vários alunos em universidades famosas. Devido a sua localização, muitos estudantes que vem de fora vivem em pensões. Ao serem informados sobre o suposto crime, o diretor da escola ordenou que todos os 959 alunos voltassem às suas casas às 9h45.
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Segundo o professor de Psicologia do Crime, Akira Fukushima, da Universidade Jochi (Tokyo), nunca se ouviu falar de um crime no qual o menor tenha levado a cabeça da mãe à polícia. O fato de decepar a cabeça revela um grande ódio pela vítima, segundo Fukushima.