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Agência Brasil
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Estudo prevê que países emergentes serão formados por uma população de classe média gigantesca
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Auditores britânicos e norte-americanos da Pricewaterhouse Coopers (PWC) divulgaram a previsão sobre a situação econômica mundial baseada no PIB (Produto Interno Bruto) de cada país e avaliaram que China, Índia e Brasil vão se aproximar dos Estados Unidos e ultrapassar o Japão.
A análise da situação econômica de 2050 realizada pela Pricewaterhouse Coopers é uma referência para os investidores de todo o mundo visto que a empresa baseada em Nova York é uma das quatro maiores firmas de auditoria do planeta e possui uma rede mundial que abrange 149 países e possui mais de 140 mil funcionários, constituindo a empresa de serviços com a maior rede de profissionais do mundo.
Todos os anos a PWC realiza a análise do clima econômico mundial e emite um relatório com as previsões baseadas no cenário que eles encontraram. Desta vez sua publicação destacou a expectativa de retração japonesa com base nas informações detalhadas e nas previsões dos altos e baixos às quais a economia global está sujeita.
O PIB atual dos países indica que os Estados Unidos estão em primeiro lugar e o Japão está na segunda colocação ente as nações mais ricas do planeta. Por volta de 2050, o relatório prevê que a China é quem estará em primeiro lugar, com os EUA em segundo, sendo que a Índia e o Brasil viriam logo em seguida, ultrapassando o Japão, que se tornaria a quinta economia do mundo.
Além disso, o relatório diz que os sete países de maior crescimento econômico no momento (E7- composto por China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia), que hoje não equivalem a 60% do que representa os EUA, em 2050 representarão três vezes mais que o país do Tio Sam. Dentro desse grupo, a China, isoladamente, vai representar 1,3 vezes mais que os Estados Unidos. Isso quer dizer que esses países emergentes serão formados por uma população de classe média gigantesca.
Essa previsão diz que "mudanças estruturais mundiais repentinas são fatores desestabilizadores". Com base nisso, países como o Japão devem intensificar sua relação com os países do E7 e revisar sua agenda de prioridades para aprofundar mudanças em sua política econômica.
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Clique aqui para ver o relatório (pdf) completo, em inglês