As autoridades ambientais chinesas voltaram a detetar “níveis extremamente baixos” de iodo radiativo-131 na atmosfera, desta vez na costa leste e sul do país, proveniente da acidentada central nuclear de Fukushima, no Japão, anunciou hoje a imprensa oficial.
Trata-se da mesma substância detetada sábado em Heilongjiang, província do nordeste da China, que fica a cerca de mil quilómetros de Sendai, a zona mais atingida pelo devastador tsunami de 11 de março, e cujo nível de radioatividade não foi considerado perigoso para a saúde.
Os segundos vestígios de iodo radioativo-131 foram detetados na segunda-feira em Xangai, e nas províncias de Jiangsu, Zhejiang, Anhui, Guangdong e Guangxi.
Segundo o Comité de Emergência Nuclear da China, os referidos vestígios apresentavam “níveis extremamente baixos” de radioatividade, “abaixo dos 100.000 graus da radiação natural”.