Ford, General Motors (GM) e Chrysler, conhecidas como as "Três Grandes de Detroit" do setor automobilístico norte-americano, apresentaram seus planos de reestruturação, exigidos pelo Congresso antes de uma possível concessão de ajuda financeira, considerada indispensável pelas montadoras para evitar a quebra e o conseqüente efeito dominó na economia.
A GM pediu US$ 18 bilhões em ajuda de emergência, enquanto a Ford precisa de US$ 9 bilhões para assegurar seus planos de reestruturação. Já a Chrysler solicitou um empréstimo de US$ 7 bilhões para fazer frente à sua crise de liquidez e continuar sua reestruturação a longo prazo. As três montadoras, que chegaram a declarar que não teriam mais como honrar seus compromissos já nos primeiros meses de 2009, também reiteraram seu compromisso com uma redução dos salários de seus executivos, o refinanciamento da dívida, concessões do sindicato, a fabricação de carros híbridos e elétricos, e a eliminação de algumas marcas.