| Tokyo, 25 Maio 2012 | |
| Empresária japonesa investe no comércio de biojoias | |
| / ipcdigital.com | |
Produto natural do Estado do Tocantins, mais especificamente do parque nacional do Jalapão, o capim dourado é uma das matérias primas naturais mais valorizadas e fonte de renda para muitos artesãos daquela região. “As pessoas não podem simplesmente colher o capim e vender. Eles têm que trabalhar com ele de forma artesanal para depois comercializar”, explica a empresária japonesa Yasuko Owa, que atualmente importa as biojoias brasileiras para o Japão. O termo “biojoia” é utilizado às joias que têm como diferencial a matéria prima vegetal como, por exemplo. Sementes, fibras, conchas, casca de frutas e etc.. “Eu encontrei com o artesanato feito de capim dourado há cinco anos atrás e me apaixonei”, conta Owa, que aprendeu a escrever e falar Língua Portuguesa durante os seis meses que passou no Rio de Janeiro. Através da internet ela encontrou e contratou o artesão que hoje em dia lhe fornece as peças feitas com o capim dourado e, em maio deste ano ela abriu a loja virtual “Coloridas”. "O nome da loja foi inspirado nas cores da natureza brasileira, na mistura de raças e na cultura do Brasil. Claro que também significa artesanato bonito. Minha intenção é apresentar um pouco do Brasil para os japoneses através das biojoias", conta a empresária que também importa joias feitas com açaí da Amazônia. O preço das peças varia, mas é possível adquirir um anel por pouco mais de ¥3 mil. Para aumentar as possibilidades de venda, Owa fez acordo com uma cafeteria da capital japonesa que, desde o início de outubro, expõe e também comercializa as biojoias brasileiras. O endereço da loja na internet é http://coloridas.jp. Owa também criou o Twitter da loja, para seguir, acesse @ColoridasJP ou http://twitter.com/ColoridasJP. Assista a entrevista com Yasuko Owa na íntegra: |
|
|
Copyright 1999-2012 IPC World, Inc. Todos os direitos reservados.
|